terça-feira, 7 de julho de 2015

CAI OU NÃO CAI, EIS A QUESTÃO




            A “Presidenta” Dilma afirmou, segundo divulgação de boa parte da mídia, que não vai “cair”, referindo-se à possibilidade de haver ou não impeachment. Chegou a afirmar que “vai ser moleza”.
            Bom, em primeiro lugar, para um governo que achava que havia possibilidade zero de haver um impeachment, fazer uma reunião de emergência preocupado com o assunto, significa que não é tão impossível assim que aconteça.
            Eu, particularmente, vejo motivos para ela cair, porém, tenho que admitir que será muito difícil, pois existe uma “blindagem” em torno, que não está interessada na queda dela. Esta blindagem alimenta , no Brasil, a política esquerdista marxista, Che Guevariana e, não deseja a saída do PT do poder.
            Soma-se: Boa parte da mídia (jornalistas por convicção marxista ) e empresários da mídia, por “benefícios” concedidos; a OAB; boa parte dos sindicatos, que tem histórico petista; a UNE; a LGBT; e , infelizmente, até a maioria do STF.
            Do outro lado, desejando o impeachment, existe a GRANDE MAIORIA DOS BRASILEIROS. Sim, nós temos apenas a nós mesmos. A Câmara dos Deputados e Senadores ( digo a sua maioria), poderá se aliar a nós, caso perceba a pressão do povo nas ruas.

            Conclusão: A única possibilidade da justiça do impeachment ser executada é com a pressão dos  brasileiros nas ruas, claro, de forma pacífica, cívica e ordeira. Não vejo outro jeito! 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

BLOG: 7000 ACESSOS



            Agradeço a Deus pelos 7000 mil acessos a este singelo blog. A Ele toda honra e toda glória. Sei que não é tanto, mas sinto-me muito orgulhoso e feliz por estas preciosas pessoas que acessam para ler meus textos. Meu desejo é poder contribuir de alguma maneira, seja como cidadão, que tem os seus direitos, seja como ministro, que escreve com caráter evangelizador, doutrinário ou devocional, ou seja como um informador, para informar e/ou descontrair.
            Escrever (digitar) faz bem, e ler faz melhor ainda. Se puder, continue lendo meus textos e compartilhando com outros.
Deus te abençoe!


Cláudio César Laurindo da Silva 

A INTOLERÂNCIA DA TEOLOGIA DA TOLERÂNCIA



            Há uma teologia tão nociva quanto a teologia da prosperidade (se não pior). É a teologia da tolerância. Sabem por quê? Porque ela nos faz perder a vós profética; nos faz ter tolerância com o pecado; nos faz coniventes com o mundo. 
            Há uma expressão muito clara, simples e direta dos nossos irmãos mais antigos, que resumia, de forma objetiva, até que ponto poderia ir nossa “tolerância” na relação pecador/pecado. Eles diziam: “amar o pecador, mas não o pecado”.
            No contexto da teologia da tolerância, temos outras de mãos dadas a ela. Citarei, pelo menos três.
            Uma, é a teologia inclusiva, tão defendida pelos defensores da inclusão dos homossexuais e lésbicas na vida de santidade da igreja, do modo como estão, sem buscarem transformação, nem mudança. Mudança para essa gente é “preconceito”. Eles estão mudando as traduções da bíblia para satisfazerem seus interesses.
            Outra, é a teologia da missão integral. O que a teologia da libertação é para os católicos, a teologia da missão integral é para os protestantes, ou seja, ambos são marxistas e Che guevarianos. Isto dispensa até maiores comentários, pois unir pensamentos de Jesus Cristo aos de Marx é como tentar misturar água e óleo.
            A terceira é a chamada teologia universalista. Ela é ecumênica, “bondosa”. Não importa a religião que você freqüenta, no final, Deus vai dar um jeito e salvar todo mundo. Não existe condenação; não existe inferno. Esta teologia é subproduto da teologia liberal.
            Pois bem, toda esta tolerância, tanto para com os gays (sem pregar mudança de vida), como para com o marxismo, introduzindo-o no Cristianismo  e também para com o universalismo, vira intolerância, quando se trata de acusar aqueles que pensam diferentes deles, não no mundo, mas no meio cristão.
            Eles não poupam acusações às igrejas que mantém o legado histórico e não mudam suas doutrinas. Chamam-nas de: “evangelho envelhecido, enfraquecido, ultrapassado, incapaz” e coisas semelhantes. Na verdade, essa turma nem gosta mais de ser chamada de evangélica!
            Eles têm mais facilidade em se unirem a ímpios, que defendem princípios anti bíblicos, do que aos seus irmãos em Cristo.
            Meus irmãos, que devemos amar a todos, isso é inquestionável. Que devemos receber todos bem em nossas igrejas, também. Que devemos ter paciência e acompanhar o processo de transformação de muitos que se aproximam, todos concordam.
            Agora, não venham com essa de tolerância com o pecado. A igreja só foi quem foi até agora, porque chamou pecado de pecado. Se perdermos nossa voz profética, iremos, na verdade, deixar de ser luz e sal da terra.
            Se pregar contra o pecado é ser intolerante, então eu quero ser, assim como foi Elias, João batista, os apóstolos, vários obreiros na história da Igreja, como Jonathan Edwards, D.L. Moody, e muitos outros. Assim como foi o que mais amou a todos nós e, por nos amar, expôs o pecado, mas dele triunfou poderosamente na cruz. A Sua graça e o seu amor são maiores do que os nossos pecados e eles alcançam a todos os que recorrem a eles; porém, quem rejeita, e continua na vida de pecado, a Bíblia afirma que o caminho é a condenação.  Aí não vai ter tolerância!

Deus nos abençoe

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva