segunda-feira, 31 de março de 2014

NENHUMA DITADURA, SEJA ELA QUAL FOR


Hoje, 31 de março, boa parte da mídia e até alguns integrantes do Senado e o Palácio do Planalto, lembraram os 50 anos do que se chama de “Ditadura de 1964”, ou “golpe de 1964”. Bom, meu propósito não é fazer uma análise histórica, até porque, história de verdade, tem que analisar todos os fatos, de todos os lados.
            O propósito em questão é afirmar que, nenhuma ditadura vale a pena, seja ela qual for, de “direita”, de “esquerda”, seja em sistema Republicano ou Monarquia, seja Parlamentarista ou Presidencialista.
            Devemos entender, também, que, numa democracia, não podemos cair, nem no extremo da censura, que sufoca a liberdade de expressão, nem na libertinagem de achar que, “tudo pode”, tolindo a liberdade do próximo. Creio que o Brasil não soube tratar com esta transição! A baixa qualidade dos programas de TV e Internet que estimulam as drogas, a violência e a imoralidade sexual são prova disso.
            Por exemplo, em nome da liberdade de combater o estupro contra as mulheres ( e que se deve combater mesmo), porque a mídia está mostrando, em horário nobre, mulheres nuas? É claro que, nada justifica a violência sexual contra ninguém, esteja a pessoa vestida como estiver, agora, porque usar de violência ao pudor, para combater outra violência. Esta sociedade está hipócrita mesmo!
            Se ditadura alguma faz bem (e não faz mesmo), que não se omita, também, as ditaduras comunistas, que são terríveis e atuais.
            O que dizer do Coréia de Norte, um dos países mais ditadores do mundo hoje. E da China, que toli a liberdade de expressão, persegue as igrejas evangélicas e católicas. E a Venezuela, que está em plena ditadura, com o Presidente Maduro. Lá está acontecendo perseguições, cassações, prisões e até morte os opositores. Não esqueçamos de Cuba, que todos sabem que, na geração Castro, sempre teve ditadura, os atletas de lá que o digam!
            Preocupa, a posição difícil pela qual alguns jornalistas, que criticam o atual governo no Brasil estão passando. Alguns sendo processados, outros sendo afastados, e, até emissoras sendo intimidadas.
            Sim, que esta data nos relembre que devemos, de fato, viver numa democracia, que nunca se persiga ninguém por liberdade de expressão, que a imprensa seja livre e que as pessoas tenham o direito de ser de “direita”, “centro” ou “esquerda”. Estava ouvindo o comentário de um professor de história, em um canal de TV, enquanto comentava sobre a lembrança desta data. Ele achava “preocupante” o fato de que, 50 anos depois, ainda tem gente fazendo marcha pela família. Pois bem, quando é marcha pela maconha, casamento gay e aborto pode? Porque não marcha pela família? A democracia que eles querem ensinar a essa garotada é que o certo é invadir a reitoria de uma Universidade, virar o carro da polícia, arrancar a Bandeira do Brasil e colocar  uma bandeira vermelha, e tudo isso por causa de maconha? Tenham paciência!
            Se vivemos mesmo numa democracia, realmente que não volte nenhuma ditadura. Eu desejo ter o direito de dizer que não sou marxista, que sou a favor da família tradicional, que sou contra o aborto e contra a liberação da maconha. Que a bandeira do nosso país é verde, amarelo, azul e branco.
            Se acham “positivista” ou não, desejo continuar dizendo: Deus abençoe o Brasil. Deus abençoe as famílias! Viva a democracia!

Pr. Cláudio César Laurindo a Silva



quinta-feira, 27 de março de 2014

A FORÇAÇÃO PARA DOBRARMOS SOMENTE À ESQUERDA



            Uma das bases de uma democracia consiste na pluralidade de suas ideologias e na discussão sadia das mais variadas origens de pensamento. Seja ela de “direita”, “centro” ou de “esquerda”. É importante que todos sejam ouvidos e expressem suas teses.
            Contudo, quando esta discussão vira discurso de uma ideologia só e polariza-se no sentido de que, aqueles que pensam apenas de um jeito são os “politicamente corretos”, e os outros são os “politicamente errados”, aí, passamos a caminhar para uma ditadura.
Aqueles que estão, a algum tempo, acompanhando os passos que este país está tomando, percebem o caminho lento e crescente que ele está seguindo. A tendência da América Latina, em, aos poucos, transformar-se num continente socialista, no modelo Che Guevariano, está tornando-se uma realidade também no Brasil. Isto não está sendo feito da noite para o dia. É um processo de MUDANÇA DE BASE e já está existindo no Brasil a décadas! A grande maioria da população não percebe e está sendo manipulada. Isto não é “paranóia ideológica”, mas sim uma observação racional.
            A primeira grande instância encontra-se no mundo acadêmico. Cursei, de forma incompleta, duas faculdades seculares (Engenharia e Economia) e completei a de História, portanto, acompanhei o ciclo básico delas. A ideologia de Marx e de Engels são dadas como as únicas corretas. Isto está se avolumando cada vez mais. Não existe uma discussão de mais de uma teoria. Na verdade, o que está acontecendo, principalmente nas chamadas áreas de humanas, é a apresentação de outras correntes como sendo as opressoras e imperialistas ( como se o sistema comunista também não fosse) e a comunista como sendo a  politicamente correta. Estão “divinizando” Marx e Che Guevara, sem dar a biografia completa deles. Não estou dizendo que se deve omitir estas ideologias dos cursos, porém, o que estão praticando, é uma verdadeira falta de ética acadêmica, onde as ideologias políticas estão se sobrepondo sobre as responsabilidades da educação equilibrada. Esta garotada está passando por uma verdadeira “lavagem cerebral” e, infelizmente, a UNE ( União Nacional dos Estudantes) tornou-se, apenas, um instrumento político.
            A outra instância está acontecendo a nível da mídia. Infelizmente, boa parte dela está “vendida”. Dois fatores contribuem para isto: O primeiro é o fato de que, boa parte dos jornalistas são ideologicamente de esquerda, principalmente por saberem que, no Brasil, políticos de esquerda são os maiores defensores de assuntos como, união entre pessoas do mesmo sexo, aborto e liberação da maconha. Segundo porque, o Governo está com o poder nas mãos, portanto, ele exerce influência sobre boa parte da mídia, sabe-se lá como.
            Uma outra instância está a nível da exploração de uma política de massificação. Ela está acontecendo em toda a América Latina. É “simples”. É só “divinizar” um e “demonizar” o outro. É mais difícil examinar as coisas de forma mais ampla, analisando os múltiplos fatores. Esta política é tão hipócrita que, enquanto estão na oposição eles mobilizam a população contra tudo o que se faz, porém, quando estão no poder, além de cometerem os mesmos erros, fazem pior, perseguem seus opositores, com a acusação de “fascistas”, por serem contra seus modelos “socialistas”. Normalmente, estes modelos são anti democráticos e ditatoriais. Não podemos esquecer a forma grandemente assistencialista que exercem seus governos, prendendo seus eleitores, porém sem exercerem mudanças profundas e tecnicamente corretas, no que tange à política econômica.
            Por último, (dentre outros fatores que poderiam ser abordados) o que está contribuindo para que o Brasil, assim como a América Latina, esteja se transformando num país de modelo socialista Che Guevariano, é a influência na área religiosa. No Brasil, ela exerce uma grande influência. Esta turma de esquerda sabe disso. Eles sabem, também, que suas idéias em defesa do casamento gay, aborto, liberação da maconha, dentre outras, não são aceitos pelos líderes cristãos ortodoxos ou mais conservadores. Qual a tática então?
            Primeiro, eles sabem que não há resistência com a linha da Teologia da Libertação, que é aceita por parte de alguns padres católicos, ou com a Teologia da Missão Integral, que é aceita por parte de alguns pastores evangélicos ( principalmente da chamada linha tradicional), pois tais linhas são claramente marxistas. Qual a estratégia então?
* Usarem estes líderes para aproximar os outros.       
* Prometerem não mexer nestas áreas ( casamento gay, aborto, etc) caso sejam eleitos ( só que eles tem mecanismos, sem que se perceba, para aprovar o que querem acerca destes assuntos, e nós acabamos nem percebendo). Além deles combinarem não explorarem estes temas nas eleições
*Agradecerem a grande desinformação de muitos líderes cristãos (principalmente evangélicos).
* Fazerem acordos políticos com líderes cristãos ( infelizmente muitos pastores), no sentido de troca de favores, cargos políticos e indicações de candidaturas, e muitos vão, sem nem mesmo conhecerem a história ou ideologia dos partidos.
            Enfim, como escrevi no início, acredito que uma democracia consiste na composição da pluralidade, até daquelas que eu não concordo, desde que respeitem meu direito de discordar delas e defender minhas teses também. Contudo, o que está preocupando muita gente séria é esta tendência a uma “ditadura de um pensamento só”, a criminalização de quem pensa diferente e age diferente.
            Respeito quem pensa diferente, porém quero continuar pensando e declarado que não sou marxista, que, também, sou a favor da família no modelo tradicional, formado a partir da união de um homem e uma mulher, que sou contra o aborto e a favor da vida, desde a sua concepção, que sou contra a liberação da maconha e por aí vai.
            Cada um tem o direito de ter o seu pensamento, agora, por favor, que não forcem, a qualquer custo, que o Brasil dobre somente à esquerda!   
Se a turma marxista, Che Guevariana vai achar a minha frase “positivista” ou não, quero continuar tendo o direito de dizer: Deus abençoe o Brasil e as famílias!


Pr. Cláudio César Laurindo da Silva
           

            

quinta-feira, 20 de março de 2014

A CORRUPÇÃO EMPOBRECE UMA NAÇÃO



            O Brasil, historicamente, sempre esteve envolvido em corrupção. Seja no período da colônia, seja na Monarquia, ou seja na República, sempre houve um “jeitinho brasileiro” para levar vantagem em alguma coisa.
            Nestes últimos anos o Brasil acompanhou aquilo que foi uma das maiores corrupções que o país já viveu. O tão conhecido MENSALÃO. Esta definição não é subjetiva, pois o próprio STF ( com todos os seus embargos infringentes que reduziu penas e beneficiou a parte mais governista dos mensaleiros) assim o definiu. Um Governo que vinha com a proposta de combater corrupção, mergulhou-se nela.
            Como se já não bastasse, agora “estourou” o escândalo da Petrobrás. Uma empresa que já foi uma das 10 melhores do mundo e que, especialistas econômicos afirmam que perdeu bastante sua credibilidade neste atual Governo, devido a questões político/ideológicas na sua gestão.
            Este escândalo consiste no fato de que o Brasil perdeu cerca de 1,2 bilhões de dólares, ou mais de R$ 2 bilhões de reais, em uma negociação mal explicada com uma refinaria americana, que só tem duas explicações: ou uma enorme falta de competência por não observar direito as cláusulas do contrato, ou corrupção consciente mesmo.  
            Alguém pode dizer que isto não é tão importante assim e que, no final “todo mundo rouba um pouco”.Todavia, tal pensamento, além de egoísta, contribui para o maior empobrecimento do país.
            O dinheiro público que for desviado significará menos escolas, hospitais, saneamento básico. O Brasil está devendo muito ainda nestas áreas. Não sei se alguém sabe, mas a tão antiga inflação voltou no país. O problema é que as pessoas gostam de se acostumar com as políticas assistencialistas. Parece cômico, se não fosse trágico. Este governo que em tempos passados criticava as políticas assistencialistas, hoje faz delas seu cabo eleitoral, ou melhor, eleitoreiro.
            Fato é que, o Brasil ainda é conhecido como o país da corrupção e isto não é bom para nós. E o pior é que muitas pessoas não estão muito preocupadas com isto. Eu porém estou.
O Brasil tem que dar um basta a este ciclo de corrupção, pois tal fato empobreça nossa nação, tanto moralmente, como também financeiramente ... pense nisso! 

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva