quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A DESTRUIÇÃO DOS VALORES MORAIS DA FAMÍLIA



            Temos observado o processo de destruição dos valores morais da família. Temos visto, também, um esforço enorme  de grupos interessados nesta destruição, com acesso à mídia, cultura, política e outras áreas afins.
            O propósito desta reflexão não é trazer um discurso de um falso moralismo, pois somente a misericórdia do Senhor e uma luta diária contra os valores contrários à Palavra do Senhor podem nos manter de pé.
            Dentre tantos valores que estão tentando destruir, desejo expor de forma simples, direta e resumida quatro deles.
            O primeiro é a instituição família. Parece redundante mas não é. A sociedade sem Deus está relativizando a importância do matrimônio, seja pelo fato de não querer casar ou “casar” de maneira contrária à Palavra de Deus, como por exemplo, o casamento de pessoas do mesmo sexo. Outra maneira de destruição da instituição família, é a não perseverança no casamento. As pessoas querem se divorciar por qualquer motivo.
            O segundo valor chama-se fidelidade. Os jovens estão aprendendo desde cedo, com o conceito e “ficar”, a relativizar a importância do compromissso e da fidaledade. Parece estar na moda ser infiel. Fidelidade é um reflexo do caráter de Deus em nós!
            O namorado (a) deve ser fiel à namorada (o), o noivo (a) fiel à noiva (o) e, principalmente o marido (a) fiel à esposa (o).
            O terceiro valor é a pureza. Quando falamos de pureza, estamos falando de uma consciência pura, sem maldade, que irá refletir num corpo sadio espiritualmente. O instinto sexual é normal e foi Deus que fez isto. É normal a atração entre macho e fêmea, contudo a Palavra de Deus nos orienta como devemos exerce-la, para ela não virar pecado. A maneira legítima do exercício da vida sexual ativa é o matrimônio.
            O quarto valor é a autoridade espiritual. Estamos vivendo numa sociedade onde os valores de autoridade estão sofrendo uma demolição. È claro que não estamos falando de autoritarismo, porém o princípio da autoridade no lar é bíblico. O marido amando a esposa, a esposa sendo submissa ao marido, os filhos submissos aos pais.
            O que deve nos preocupar não é simplesmente a destruição destes valores na sociedade secular, mas sim na Igreja, que é a luz do mundo e o sal da terra. Portanto, cabe a nós, como parte integrante da Igreja preservar estes valores!

Que Deus nos abençoe!


Pr. Cláudio César Laurindo da Silva. 

CLARO E DISTINTO, COMO A ÁGUA CRISTALINA ...


No Reino de Deus, dentro dos valores absolutos, inegociáveis, não existe espaço para o meio termo, para o "politicamente correto", para o agradar a "gregos e troianos".
De Gênesis a Apocalipse, a Bíblia mostra, de forma clara que, as coisas devem estar bem definidas, até porque Deus não é Deus de confusão.
Desde que Deus, como é citado no início da Bíblia, fez separação entre luz e trevas, Ele não quer que elas se misturem. O Senhor Jesus Cristo afirmou: " seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna" Mt 5:37. Para a igreja de Laodicéia, que não era nem fria, nem quente, Ele alerta que estava prestes a vomitá-la de Sua boca.
Aliás, numa análise escatológica, muitos cristãos destes últimos dias, se encaixam perfeitamente no modelo de Laodicéia, ou seja, auto confiante, com métodos e filosofias humanas, antropocêntrica, abraçando os valores e o modus vivendi deste mundo cada vez mais distante de Deus e de Sua Palavra. Quando alguém defende os princípios bíblicos, aí é taxando como " aquele que não ama, não tolera, não compreende", e por aí vai.
Só que, por Deus amar tanto o ser humano é que Ele nunca deixou o mundo sem os seus "chatos" na terra.
Quando Ele levantou os seus profetas, ele não garantiu que eles seriam populares, que agradariam a todos, ou nem mesmo à maioria, ou que teriam um fim romântico e glorioso, AOS OLHOS E VALORES HUMANOS. Numa linguagem de hoje, Deus não garantiu que eles seriam os super stars, ou que as suas publicações seriam as mais "curtidas" ou "compartilhadas".
Pelo contrário, nós sabemos que os "ais" de Isaías não devem ter sido fáceis para ele, incluindo o dele; para Jeremias, Deus disse que o havia posto para arrancar, para derribar, para destruir, para arruinar, mas também para edificar e plantar - Jer 1:10. Os profetas Elias e João Batista, pagaram um alto preço pelo tom verídico e de divisor de águas de suas mensagens proféticas.
Por fim, Jesus Cristo, o maior de todos os exemplos, que só é citado pelos "profetas ecumênicos, filósofos, progressistas e contextualizados", pelo lado da tolerância e do amor ( embora não exista ninguém que tenha amado e ensinado mais sobre o amor do que Jesus, e que eu concorde que o ensino e a prática do amor é o que de mais bíblico exista no Cristianismo), por outro lado, o que esta turma esconde é que, Jesus foi o que mais citou sobre o inferno, incluindo hades ou geena; foi o que, de forma mais enfática e firme combateu o pecado, seja dos religiosos ou dos leigos, judeus ou gentios, claro, jamais negando a misericórdia e o perdão, mas sempre chamando pecado de pecado. Paulo disse para Timóteo pregar a tempo e fora de tempo.
Enfim, valores absolutos não devem ser negociados e, a verdadeira Igreja de Cristo sempre foi uma voz profética contra tudo aquilo que vá de encontro aos valores da Palavra de Deus. Não é questão de impôr conceitos de uma religião, não, na verdade, é questão de ser testemunha de Cristo na terra, tanto no combate ao pecado, como na transmissão do amor de Deus. Porém este amor nunca será tolerante com o pecado, pois senão, não será o amor de Deus, não o Deus da Bíblia.
Sempre houve uma distinção clara entre o povo de Deus e o mundo. Com relação a Israel no A.T. Hamã teve que admitir que as leis dos judeus eram diferentes de todos os outros povos. Os cristão eram assim chamados, por identificarem-se com Jesus, o que custou uma perseguição de 2 séculos. Por que será que os puritanos eram assim chamados? e os pietistas? e os metodistas? Por que os avivalistas do séc. XIX e início do XX eram tão perseguidos? Por que os da Rua Azuza eram tão rechaçados? Por que o Pentecostalismo clássico foi tão ironizado e perseguido? Até bomba jogavam nos ar livres! Porque pregar santidade era tido como fanáticos? Por que os nossos missionários, fossem eles norte americanos ou europeus, fossem eles de qual denominação fossem, sofreram tanto aqui?
Por que será que, defender os princípios absolutos da Palavra hoje, também causa tanto desconforto? Por que dizer que Jesus e Carl Marx não combinam, causa tanto desconforto? Por que dizer que, família deve começar a partir da união de um homem com uma mulher causa tanto desconforto? Por que dizer que cristão não deve se dar ao álcool, ao sexo antes e fora do casamento, ao relacionamento com pessoas do mesmo sexo causa tanto desconforto? Por que dizer que Natal não é papai Noel (isso é uma mistura de mito com ídolo) causa tanto desconforto? Por que dizer que o crente não vai a igreja para ser salvo, porém, todo cristão verdadeiro precisa de uma igreja e estar debaixo da orientação de um pastor, ou bispo, causa desconforto?
Por que pregar que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens causa tanto desconforto? Por que dizer que somente Jesus pode rogar por nós pecadores, causa tanto desconforto?
Pelo mesmo motivo de sempre:
Os valores absolutos ( não me refiro aos relativos, que mudam no tempo e no espaço e variam de acordo com as culturas), mas aos absolutos, que estão claros na Bíblia, são inegociáveis, irreversíveis, são claros e distintos como a água cristalina.
Deus vela pela Sua Palavra para a fazer cumprir e Ele sempre deixará os seus servos para serem canais dela, ouçam ou deixem de ouvir, de gostar, "curtam" ou deixem de curtir. Não existe meio termo aí.
Devemos amar sempre todas as pessoas, mas jamais fazer a "política da boa vizinhança" com o que a Palavra de Deus não aprova. Neste caso, é melhor ser amigo de Deus!
Cláudio César Laurindo da Silva

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

QUE SE RESPEITE A LEI E A DEMOCRACIA



            A democracia, às vezes, tem caminhos difíceis de serem percorridos. Ora favorece um lado, ora favorece o outro. Fato é que, com todas as limitações, ainda é o melhor caminho para reger uma nação. O problema é que, a história nos mostra que, a esquerda só aceita a democracia, se ela for a beneficiária. Eles acham que, se não ganham no voto, têm que levar na força, e, pior, acham que, quando entram, não tem que sair nunca mais do poder, pois para eles, esse é o modelo perfeito. Daí, tanta ditadura socialista no mundo.
            Fato é que, concordando ou não, o atual presidente dos EUA foi eleito legitimamente, dentro dos limites da Constituição deles e mais, com maioria do legislativo; sim, os republicanos, dessa vez, estão com maioria dos deputados e dos senadores e, tudo da maneira democrática.
Se o sistema deles é considerado bom ou não, é um problema deles. Fato é que, já houve vezes que, no voto direto um democrata perdeu, mas levou entre os delegados, como também, o mesmo aconteceu com um republicano. Essa é a forma deles acharem,de dar a todos os Estados, o mesmo peso. É um direito deles e, para saber se funciona o não, eles mexem pouquíssimo, ou não mexem, na Constituição e nas leis eleitorais, e, ainda assim, continuam sendo o país mais desenvolvido do mundo, e, com baixíssimo índice de corrupção. Agora quer a mídia brasileira ensinar modelo aos americanos, desculpem, mas acho que temos que comer muito angu ainda.
A realidade é que, Trump ganhou de maneira legítima, dentro das leis americanas. A própria Hillary e o Obama pedem o reconhecimento da vitória dele. Não adianta mimimi.
O que preocupa, é essa onda de antidemocracia, alimentada pela mídia, que, fez muito bem em demonizar a figura de Trump. Não era pra divinizar, pois ele não é nenhum santo. Era apenas para ser verdadeira.
            Assim como é insuportável ver policiais brancos batendo em negros nos Estados Unidos, também foi insuportável ver, hoje, na band, a imagem de um homem branco, com aparência de uns 60 anos, ser linchado, levando socos e pontapés de negros ( incluindo uma negra também), por um único motivo: ter votado em Trump. A cena é clara, ele é impedido de entrar no seu carro e os jovens, enquanto estão batendo, gritam: “votou em Trump, votou em Trump”, segundo o repórter da band, ainda levaram o carro dele. Daí eu pergundo: Se fosse o contrário, alguém batendo em um negro por ter votado em Hillary? A mídia do mundo todo estaria colocando em destaque? Fato é que, a band só mostrou, porque a internet acaba descobrindo e, a band captou a imagem. Não lembro da globo ter mostrado isso. Não interessa a ela.
            Que se respeite o resultado das urnas e se dê tempo ao tempo. Quanto ao Trump, embora muitas das promessas sejam consideradas intolerantes para muitos, contudo, se fossem criminosas ele nem conseguiria ser candidato nas leis americanas. Por exemplo, deportar imigrantes ILEGAIS, não é algo amoroso, mas não é ilegal. Na verdade, ilegal é o imigrante ilegal. Ora, o muçulmano legal, o próprio Trump já declarou que não quer mexer, mas sim com movimentos radicais, como o Estado Islâmico. Embora a maior parte dos jornalistas socialistas sempre tenderam apenas para o lado dos Palestinos, Trump já declarou que reconhece o Estado de Israel e vai fazer aproximação. Ora, isso sempre foi o passado dos Estados Unidos. Foi a geração Obama quem distanciou. Só esperamos que ele não retroceda nos acordos de paz entre palestinos e judeus. Isso, nem os judeus querem!!!
            Outra coisa que faz a mídia odiar Trump, é a defesa dos valores tradicionais. Trump é claramente mais conservador. Ora, isso agrada a uns e desagrada a outros. Ele é contra o aborto, por exemplo. É um direito!
            Fato é que, Trump foi legitimamente eleito e é o novo Presidente dos Estados Unidos da América. Para confirmar ainda mais, o seu partido conseguiu, legitimamente, a maioria no Parlamento. Que se respeite a lei e a democracia. Daqui a quatro anos, se não gostarem, tirem ele, pelo meio democrático.


É isso!