quarta-feira, 1 de julho de 2015

BLOG: 7000 ACESSOS



            Agradeço a Deus pelos 7000 mil acessos a este singelo blog. A Ele toda honra e toda glória. Sei que não é tanto, mas sinto-me muito orgulhoso e feliz por estas preciosas pessoas que acessam para ler meus textos. Meu desejo é poder contribuir de alguma maneira, seja como cidadão, que tem os seus direitos, seja como ministro, que escreve com caráter evangelizador, doutrinário ou devocional, ou seja como um informador, para informar e/ou descontrair.
            Escrever (digitar) faz bem, e ler faz melhor ainda. Se puder, continue lendo meus textos e compartilhando com outros.
Deus te abençoe!


Cláudio César Laurindo da Silva 

A INTOLERÂNCIA DA TEOLOGIA DA TOLERÂNCIA



            Há uma teologia tão nociva quanto a teologia da prosperidade (se não pior). É a teologia da tolerância. Sabem por quê? Porque ela nos faz perder a vós profética; nos faz ter tolerância com o pecado; nos faz coniventes com o mundo. 
            Há uma expressão muito clara, simples e direta dos nossos irmãos mais antigos, que resumia, de forma objetiva, até que ponto poderia ir nossa “tolerância” na relação pecador/pecado. Eles diziam: “amar o pecador, mas não o pecado”.
            No contexto da teologia da tolerância, temos outras de mãos dadas a ela. Citarei, pelo menos três.
            Uma, é a teologia inclusiva, tão defendida pelos defensores da inclusão dos homossexuais e lésbicas na vida de santidade da igreja, do modo como estão, sem buscarem transformação, nem mudança. Mudança para essa gente é “preconceito”. Eles estão mudando as traduções da bíblia para satisfazerem seus interesses.
            Outra, é a teologia da missão integral. O que a teologia da libertação é para os católicos, a teologia da missão integral é para os protestantes, ou seja, ambos são marxistas e Che guevarianos. Isto dispensa até maiores comentários, pois unir pensamentos de Jesus Cristo aos de Marx é como tentar misturar água e óleo.
            A terceira é a chamada teologia universalista. Ela é ecumênica, “bondosa”. Não importa a religião que você freqüenta, no final, Deus vai dar um jeito e salvar todo mundo. Não existe condenação; não existe inferno. Esta teologia é subproduto da teologia liberal.
            Pois bem, toda esta tolerância, tanto para com os gays (sem pregar mudança de vida), como para com o marxismo, introduzindo-o no Cristianismo  e também para com o universalismo, vira intolerância, quando se trata de acusar aqueles que pensam diferentes deles, não no mundo, mas no meio cristão.
            Eles não poupam acusações às igrejas que mantém o legado histórico e não mudam suas doutrinas. Chamam-nas de: “evangelho envelhecido, enfraquecido, ultrapassado, incapaz” e coisas semelhantes. Na verdade, essa turma nem gosta mais de ser chamada de evangélica!
            Eles têm mais facilidade em se unirem a ímpios, que defendem princípios anti bíblicos, do que aos seus irmãos em Cristo.
            Meus irmãos, que devemos amar a todos, isso é inquestionável. Que devemos receber todos bem em nossas igrejas, também. Que devemos ter paciência e acompanhar o processo de transformação de muitos que se aproximam, todos concordam.
            Agora, não venham com essa de tolerância com o pecado. A igreja só foi quem foi até agora, porque chamou pecado de pecado. Se perdermos nossa voz profética, iremos, na verdade, deixar de ser luz e sal da terra.
            Se pregar contra o pecado é ser intolerante, então eu quero ser, assim como foi Elias, João batista, os apóstolos, vários obreiros na história da Igreja, como Jonathan Edwards, D.L. Moody, e muitos outros. Assim como foi o que mais amou a todos nós e, por nos amar, expôs o pecado, mas dele triunfou poderosamente na cruz. A Sua graça e o seu amor são maiores do que os nossos pecados e eles alcançam a todos os que recorrem a eles; porém, quem rejeita, e continua na vida de pecado, a Bíblia afirma que o caminho é a condenação.  Aí não vai ter tolerância!

Deus nos abençoe

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva


terça-feira, 30 de junho de 2015

ATENÇÃO, ALERTA, IDEOLOGIA DE GÊNERO À VISTA




            A ideologia de gênero tem sido denunciada por políticos, alguns poucos jornalistas , líderes de entidades ligadas à família, pastores, padres, enfim, por uma classe de pessoas que defende os valores da família tradicional. Ela não é uma falácia; ao contrário, os seus riscos são cada vez mais reais e precisam ser combatidos; não as pessoas que as defendem, mais as suas ideologias.
            Ela, a ideologia de gênero, consiste na defesa da tese de que, desde cedo deve-se incutir nas nossas crianças o conceito de que, não existe nem macho nem fêmea; isto é uma questão ideológica; um menino pode ser uma menina, e vice versa. Aí é que mora o perigo.
            A turma LGBT, ligada, principalmente a políticos da esquerda marxista, como PT, PSOL e PCdo B, está tentando impor nas nossas escolas o estímulo a este pensamento, querendo ensinar e estimular precocemente a sexualidade aos nossos filhos.
Desde o famoso vídeo que falava da “Bianca”, até á aprovação no DOU (Diário Oficial da União), que foi assinado pela Presidente Dilma, que permite a um adolescente entrar no banheiro, segundo a sua ideologia de gênero, ou seja, se um rapaz achar que é uma moça, pode entrar no banheiro feminino e vice versa, podemos observar a implantação, aos poucos, desta ideologia, que está, na prática, tentando destruir as famílias tradicionais.
Devemos ser contrários a isto tudo o que está acontecendo, não porque somos contrários ao direito das pessoas serem o que quiserem ser, ou seja, não se trata de preconceito e,muito menos de homofobia ( aliás, todo verdadeiro cristão jamais deverá ser a favor de qualquer tipo de preconceito e nem de perseguição a quem quer que seja). A questão em jogo é a imposição que estes grupos organizados e financiados pelo Governo Federal estão tentando fazer aos nossos filhos nas escolas.
Primeiro, eles tentaram impor, via Plano Nacional de Educação, onde os políticos dos partidos acima citados, tentaram empurrar estes conceito na Câmara do Senado e dos Deputados, mas foram derrotados, e isto por causa da pressão que a turma que defende a família tem feito, pessoas como Magno Malta, Marco Feliciano, Bolsonaro, Marisa Lobo, Damares Alves, Silas Malafaia, Reinaldo Azevedo, Rachel Sherasade, muitas outras pessoas, incluindo jornalistas, pastores, padres, e outros líderes.
Agora, a turma da ideologia de gênero está pressionando governos estaduais e municipais do Brasil a aprovarem esta aberração, contra nossos filhos. Em vários municípios e no Distrito Federal, eles foram derrotados, pelo menos em primeira instância; porém, a batalha é grande e precisa da mobilização das pessoas de boa vontade. Existemo outros Municípios que inda vão votar.
            Pastores e padres não podem mais ficar calados diante desta aberração, que visa destruir o modelo de família, construído, não apenas há décadas, mais a séculos no Brasil.
            Quanto aos cristãos, como foi avisado que havia este risco, porém muitos não deram ouvidos e continuaram votando neste governo, que possui uma ideologia contrária aos princípios da Palavra de Deus.
            Concluo afirmando que, escola é lugar para ensinar, agora, educar e orientar para a vida, é responsabilidade dos pais. Não podemos abrir mão deste princípio.
            Com todo respeito às diferenças, contudo, na minha casa sempre existirá uma Bíblia aberta e a família reunida em torno dela, lendo textos como:
            “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” Gn 1:27.

Deus nos abençoe!

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva