sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

ESCRAVOS DA PRÓPRIA LIBERDADE




            Liberdade não é libertinagem. Ela  tem que estar associada com a responsabilidade; ou seja, liberdade sem responsabilidade, gera libertinagem, o que, certamente, irá gerar uma pior escravidão.
            Sim, existem pessoas escravas da própria liberdade! Nestes dias de carnaval, em que, infelizmente, o governo está distribuindo, sem nenhuma restrição ou responsabilidade, preservativos a todo mundo; em que a Bahia, está tendo até um “lugar  publico reservado”, para que as pessoas que desejarem entrar e fazerem suas promiscuidades o possam; claro que, marido e esposa que se dão ao respeito, certamente não se submeterão a uma coisas dessas.
            Quantos bêbados não serão! Quantas drogas não usarão! Quanta prostituição não se dará! Quanta orgia não se confirmará! Quanto adultério; quanta infidelidade; quantos adolescentes, ainda sem maturidade, não perderão, prematuramente a virgindade! Quantos abortos não poderão decorrer disso!
            Quanta briga; quanto tiro; quantos assaltos; quantas lágrimas não serão derramadas, por aqueles que se julgarão  livres, porém não sabem que são escravos, sim, escravos da própria liberdade!
            Na verdade, liberdade verdadeira, só em Jesus Cristo; Ele mesmo disse:
“E conhecereis a verdade e a liberdade vos libertará” Jo 8: 32.
“ Se pois ,o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” Jo 8:36.
Seja, pois, verdadeiramente livre, em Cristo Jesus!


Deus te abençoe!

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva

            

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

ÁGUA ... DÁDIVA DE DEUS




            Já em Gênesis, lá no início, diz a Bíblia que o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
            Entre os povos antigos, procurava-se desenvolver civilizações em torno de rios e mares. Os arqueólogos, geólogos e historiadores, para pesquisarem antigos povoamentos, sempre vão para perto dos rios antigos, pois lá, sempre se encontraram as maiores quantidades de fontes históricas e arqueológicas.
            No antigo Egito, o rio Nilo; na antiga Mesopotâmia, os rios Tigre e Eufrates; na Palestina o rio Jordão, e por aí vai...
            Nos rios, eles tinham os seus suprimentos, desenvolviam as suas vegetações, plantavam as suas árvores, suas ervas medicinais; a água era importante para abastecer seus animais, enfim, sem água não dava!
            Havia um entendimento entre estes povos (que sempre foram muito religiosos), de que, se os seus deuses não estivessem satisfeitos com eles, a chuva não cairia, não abasteceria os seus rios, e nem as suas plantações; a conseqüência seria a seca, que geraria a morte dos homens e dos animais. Eles, para agradarem a estes deuses, faziam “cultos afrodisíacos”, simbolizando que a terra não seria estéril, mas daria a sua semente ( na verdade, uma desculpa para a prostituição e a impureza, que sempre estiveram presentes entre os povos).
            Deus, sabendo que esta seria uma linguagem que o povo de Israel entenderia, cerrava o céu, e permitia a seca, quando Israel estava vivendo na idolatria, prostituição e injustiça com o seu próximo. Várias vezes, vemos Deus usando um profeta para dar esta mensagem. Porém, quando havia o verdadeiro arrependimento, Deus mandava a chuva do céu e abençoava a terra.
            Trazendo para os dias de hoje, podemos perceber que, o princípio continua o mesmo. Quão limitados ainda somos de recursos tão básicos, que nos descem como bênçãos de Deus e, dentre eles, a chuva. Embora saibamos ( e fingimos não saber), que temos a nossa participação neste processo; tanto o governo federal, pois a crise da água está em proporções nacionais e, não foi feito uma política de prevenção; como o cidadão, em não usar com responsabilidade e consciência este recurso tão importante, contudo, o que podemos concluir, com certeza, é que, a Bíblia mais uma vez está. Não podemos nos sentir auto suficientes, independentes, a ponto de não considerarmos que Deus fez tudo perfeito, básico, com suas leis naturais, mas que foram criadas sobrenaturalmente por Ele; nós é que não respeitamos. Também não podemos construir “uma torre”, achando que somos tão auto suficientes, a ponto de não tributarmos a glória àquele que é o autor e sustentador de todas as coisas.
            Ao contrário disso, chegou a hora do ser humano reconhecer que tudo foi feito por Ele, por meio Dele e para Ele. É Ele quem manda a chuva do céu, quem sabe o caminho dos rios, onde nascem todas as fontes; quem faz brotar a fonte das rochas.
            Há, contudo, uma água espiritual, que sacia uma sede que, água nenhuma pode saciar!
            Jesus, ao dialogar com a mulher samaritana, ofereceu esta água. Jesus é a fonte da água da vida. Ele é a rocha eterna! O Espírito Santo é o rio que flui do trono de Deus!
            Queres saciar esta sede? Venha para Jesus, entregue a sua vida a Ele.
            Esta água é uma dádiva dada por Ele e, esta corrente de rios nunca vai secar e jamais passará por uma crise!

Deus te abençoe!


Pr. Cláudio César Laurindo da Silva 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

OS 70 ANOS DO FIM DO HOLOCAUSTO DE AUSCHWITS E A IDEOLOGIA ANTI JUDAICO/CRISTÃ DO SÉC. XXVI




Nesta terça feira, 27 de janeiro de 2015, o mundo relembrou o fim do Holocausto de Auschwits. Há 70 anos atrás, as forças aliadas, que tinham como principais nações, a Inglaterra ( incluindo todo o reino britânico), Os Estados Unidos e a União Soviética, já estavam na posição de ataque e comando da 2ª guerra mundial.
 Meses antes, o famoso “DIA D” já tinha mostrado ao mundo que as nações do Eixo, formados pela Alemanha, Itália e Japão não conseguiriam mais dominar o mundo com o terror do nazismo de Hitler e o fascismo de Mussoline ( os próprios italianos estavam havidos pela derrota do fascismo).
Enquanto a Inglaterra e os USA avançavam pelo lado Ocidental, as tropas soviéticas avançavam pelo lado Oriental. (não podemos esquecer a participação de outros países que se uniram aos aliados, principalmente na Europa, e, na América do Sul, o Brasil, com as Forças Expedicionárias Brasileiras).
Embora a 2ª guerra Mundial tenha sido dada como finda no 2º semestre de 1945 (principalmente com a vitória dos Estados Unidos sobre o Japão), todavia, o dia 27 de janeiro deste mesmo ano, ficou para história da humanidade, pelo fato de que, as forças aliadas, representadas naquela região pelas tropas soviéticas, conseguiram dominar e derrotar as forças nazistas, em Auschwits.
Foi revelado ao mundo (ou reafirmado), o covarde e sangrento massacre que os nazistas, sob as ordens de Hitler, estavam realizando contra aqueles que lhes eram tidos como ameaça e, o principal deles, foram os judeus. A história nos deixou a triste realidade de que, mais de 1 milhão de judeus foram assassinados neste holocausto! Esta data deve ser relembrada para que nunca mais se repita uma atrocidade como esta, a nenhum povo, tribo ou nação!
Os 70 anos do Holocausto, também, é uma prova incontestável, de que ele foi real, principalmente para aqueles que dizem, de forma absurda, que  não existiu.
Dentre tantas aplicações e lições que podem ser tiradas desta vergonhosa atrocidade,  que para sempre ficará registrada na história, desejo fazer uma aplicação, que serve como um alerta: A TENDÊNCIA ANTI  JUDAICO/CRISTÃ NO SÉCULO XXI.  
            Esta tendência manifesta-se de duas maneiras: Uma ideológica, que trata no campo das idéias e a outra mais radical, que parte para o conflito mesmo.
            Analisando a História, também podemos perceber que, existem dois principais grupos que, de uma forma ou de outra, e com as devidas especificidades, demonstram este sentimento. Estes dois grupos são representados pela ideologia marxista e comunista e pelos movimentos radicais islâmicos. É claro, não podemos esquecer o fato de que, existem os neo nazistas que representam uma ameaça para os judeus, porém, não são tão influentes internacionalmente quanto os dois acima citados.
            Assistindo um vídeo de um judeu que mora a muito tempo no Brasil, sobrevivente do holocausto de Auschwits, e teve sua mãe assassinada numa câmara de gás, ouvi ele dizer no final do seu depoimento, que os atentados de hoje, são, segundo ele “uma forma de nazismo e comunismo”.Cursei história, e sei que o discurso da maioria dos professores  é que: “nazismo é coisa de direita e comunismo é o sistema do comunismo é o sistema do comum, da verdadeira democracia social”, porém, este senhor idoso, que sentiu na pele a dor doholocausto e o constante perigo que seus irmãos judeus tem sofrido na história, sabe muito bem da posição histórica dos países comunistas, sempre contrária a Israel e, tendendo para os seus opositores do Oriente, que querem, ou a expulsão ou a extinção dos judeus; ao contrário disso, sabe, também,da posição histórica da Inglaterra e dos Estados Unidos, a favor de Israel.
            Por mais que queiram negar, todavia, a ideologia marxista, principalmente a Latino Americana, que é bolivariana e Che Guevariana, atribui o “mal do planeta”, à ideologia judaico/crista exposta na Bíblia, que, segundo eles, é alienadora, imperialista e capitalista.
            É por isso que existe uma relação entre o ateísmo e o marxismo e, não foi a toa que Carl Marx escreveu que, “A religião é o ópio dos povos”. Eu sei que a turma comunista diz que Marx quis dizer, “apenas”, que era o mau uso da religião que “oprimia os povos”, aí  fica a questão da interpretação; para mim vale o que está escrito!
            Não é por coincidência que, a grande maioria dos historiadores e professores de relações internacionais latino Americanos, usam sempre o mesmo discurso, justificando os radicais islâmicos e sempre colocando a culpa em Israel e nos Estados Unidos. Claro, não estou afirmando que existem “santinhos e demônios” nesta história. Acho até que deve prevalecer mesmo um acordo de paz , por exemplo, na Palestina, e que os dois habitem em paz ali.
            Contudo, a questão não é essa. O fato é que, a ideologia, desta gente, de alguma maneira, é anti judaico/ cristã, principalmente os valores expostos pela Bíblia Sagrada.
            Não é à toa que, a maioria dos Presidentes Latino Americanos, principalmente os do Foro de São Paulo, tem mais proximidade (política ou ideológica) com Estados Islâmicos do que com Israel.
            É claro que, diplomaticamente falando, bom é para um Estado estar bem com todos, contudo, é importante que se explique que, este fator ideológico é real e vem desde a redefinição da guerra fria, que desenvolveu-se no mundo,  sob os polos, Estados Unidos e União Soviética, após a segunda guerra mundial.
            O Holocausto de Auschwits,ficou como alerta para toda a humanidade, como um sinal de que, todo ser humano, formado à imagem e semelhança de Deus, deve ser respeitado. Não existe uma “raça” superior ou inferior. Aliás, bom é lembrarmos que , todos somos “a raça humana”. As diferenças políticas, religiosas, ou de qualquer outra natureza, deve ficar apenas no campo das idéias, sem, jamais, é claro, implicar em crime contra o próximo.
            O povo judeu, que mais contribuiu para a cultura religiosa monoteísta no planeta, começou a existir embrionariamente, “nos lombos” do patriarca Abraão, passou para seu filho Isaque, depois ao seu filho Jacó (Israel), multiplicou-se em 12 tribos, tornou-se um povo, no Egito, foi libertado e conquistou a sua terra prometida, teve em Davi o seu maior rei, pois foi ele quem conquistou e denominou Jerusalém, a cidade santa ( a própria história secular não desmente isto), teve sua primeira e grande diáspora no período do cativeiro babilônico, depois reconstruiu-se das cinzas e voltou à sua terra, teve seu culto profanado na sangrenta guerra contra Antíoco Epifânio, depois sofreu uma outra dispersão, a mais longa de sua história, comandada pelo cruel imperador Nero, que durou quase dois mil anos; sofreu, durante a segunda guerra mundial, a mais sangrenta e cruel perseguição de sua história; voltou a ser nação organizada, no Conselho da ONU de 1948, sob o apoio dos Estados Unidos e da Inglaterra e com um voto Minerva do brasileiro Oswaldo Aranha, continua vivo como nação, resistindo a todas as circunstâncias da história. Dou, pelo menos, dois motivos para essa milagrosa resistência deste povo.
            A primeira é que, a História do povo judeu se coaduna com a promessa bendita da vinda do Messias, redentor de Israel, mas, acima de tudo, o Salvador da humanidade, que uniria, nele, judeus e gentios, servos e livres, homens e mulheres. Este Messias já veio, É o Senhor Jesus Cristo. Somente ele é capaz de promover esta paz e conciliação dos povos; os  princípios do seu reino são de paz e justiça. Quem está, verdadeiramente, em Cristo, amará a todos; judeus, árabes, europeus, africanos, asiáticos, enfim a todos. Nós, como cristãos, devemos abençoar e querer a paz de todos, indistintamente!
            O segundo, é que  o Senhor, o eterno YHWH, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, afirmou claramente: “abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Gn 12: 3

Shalom Adonai!

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva