quinta-feira, 10 de julho de 2014

A GOLEADA DA SELEÇÃO




            Sim, a seleção brasileira sofreu a maior goleada de todos os tempos, e pior, na sua casa, numa semifinal de copa do mundo. Depois de todos os gastos, das obras superfaturadas, muitas inacabadas, outras inauguradas de maneira incompleta.
            A mídia brasileira massificou a copa, acima do normal; parecia que não existia mais nada acontecendo no Brasil. Enquanto isso, a inflação subia, a industria enfraquecia, o comércio não teve o lucro tão esperado ; o próprio banco central admitiu baixo crescimento e economistas estão prevendo que a conta desta festa virá para os brasileiros no ano que vem;os mensaleiros condenados ganhando “benefícios”, até, daqui a pouco, estarem totalmente livres.  
            Contudo, existe uma outra goleada que estamos sofrendo já há alguns anos e muitos brasileiros não estão se dando conta disso.
            O Brasil tem levado um verdadeiro banho, nas áreas de educação, saúde pública, combate à violência, e, principalmente, corrupção, dentre outras áreas. Estas informações são dadas por entidades mundiais, nestes últimos anos.
            Além disso, existe um adversário que o Brasil havia derrotado na década de 90, chamado INFLAÇÃO, mas que, infelizmente, nestes dias tem voltado.
            Contudo, não é preciso recorrer aos órgãos internacionais para perceber esta realidade. Basta analisar, de forma honesta, o nosso dia a dia; quem é professor em uma escola pública, sabe muito bem a dificuldade existente na área da educação; quem precisa recorrer a um hospital, sabe muito bem a dificuldade que é, tanto para fazer exame, como para internações, e, quando consegue, sabe lá em que condições é; Não é verdade? Quem disser que está tudo uma beleza, sabe que está mentindo!
            A grande questão é: Estamos dispostos a virar este jogo ou continuaremos tomando essa goleada, dependendo de paliativos anestésicos, gerando uma geração de dependentes das barganhas estatais de um governo bolivariano e Che guevariano?
            Esta resposta, somente os brasileiros poderão dar!


Pr. Cláudio César Laurindo da Silva




CADA FATO COM O SEU CONTEXTO




            Em 1958, na época do primeiro título mundial, o governo era de Juscelino Kubitschek.
            Em 1962, na época do segundo título mundial, o governo era de João Goulart.
            Em 1970, na época do terceiro título mundial ( a melhor seleção de todos os tempos), o governo era militar.
            Em 1994, na época do quarto título mundial (tetra), o governo era de Itamar Franco.
            Em 2002, na época do quinto título mundial (penta), o governo era de Fernando Henrique Cardoso.
            Em 2014, apesar da copa ser no Brasil, e de todos os imensos gastos, e, sem nem mesmo a seleção ter tido o prazer de jogar no Maracanã, com o atual governo, o que vai ficar marcado será: A PIOR DERROTA DE TODOS OS TEMPOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA E NA SUA CASA.

FATO.


            

quinta-feira, 3 de julho de 2014

DIZER O QUÊ?



Dizer o quê? Isto é pior do que se pode imaginar!
            Grupo de “movimento social” faz manifestação pública exigindo a libertação de “presos políticos”, que, segundo eles, estão sendo “perseguidos”.
            Sabem, porém, quem são eles? São os julgados e condenados pelos crimes de corrupção, dentre outros, pela mais alta corte judiciária deste país, o STF. Os famosos mensaleiros.
            Daí você entende este decreto 8.243, que coloca nas mãos, não do povo, mas de certos movimentos sociais, diretamente ligados ao Governo, as decisões do país, enfraquecendo, até o legislativo.
            Isto é, acima de tudo, um desrespeito ao poder judiciário, que de forma imparcial e segura, julgou estes processos.
            Não, não podemos deixar as três colunas que sustentam nossa República serem enfraquecidas. O Brasil tem que continuar sendo regido por estes três poderes, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Estes três devem ser respeitados, senão, vira uma ditadura, com cara de “democracia”, posta nas mãos de grupos e/ou movimentos de interesses.

Pr. Cláudio César Laurindo da Silva